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26/11/2019 Agrária apresenta a cooperados informações sobre a cultura de feijão

“Dez entre dez brasileiros preferem feijão.” A frase é de uma música da década de 1.980 e ainda serve para descrever uma preferência nacional quando o assunto é alimentação. Projeção da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgada no mês de setembro aponta que a safra 2019/2020 deve produzir 245,8 milhões de toneladas do grão.

Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o brasileiro consome em média 14 quilos de feijão por ano. Apesar da expectativa de recorde de produção nesta safra, o volume não será suficiente para suprir a demanda nacional, fazendo com que o país importe o grão de outros produtores, como a Argentina. 


Embora não faça parte da lista de commodities industrializadas pela Agrária, alguns cooperados investem na cultura do feijão. Pensando nisso, na última quarta-feira, 20, a Cooperativa promoveu o evento Feijão: da pesquisa à comercialização.

O ciclo de palestras foi realizado no Centro Cultural Mathias Leh e contou com o apoio da empresa Sementes Aliança. Entre os palestrantes estiveram os pesquisadores do IAC (Instituto Agronômico de Campinas) Alisson Fernando Chiorato e Sérgio Augusto Morais Carbonell, e o presidente do Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses), Marcelo Eduardo Lüders.


Entre os temas discutidos no evento, destaque para as pesquisas de melhoramento genético realizadas pelo IAC desde 1.932 e as formas de manejo da cultura, com foco não apenas na produtividade mas também na qualidade do grão. Tratando-se de mercado, foi dada ênfase aos diferentes tipos de feijão e sua aceitação junto ao consumidor, além do consumo de pulses (leguminosas como ervilha, grão-de-bico, lentilha) como uma alternativa em substituição à carne como fonte de proteínas na alimentação.

Para Bruno Dandolini, coordenador de Insumos e Grãos ao Cooperado da Agrária, as palestras deram aos cooperados a oportunidade conhecer melhor a cultura. “Informações sobre a cultura de feijão não são tão divulgadas e acessíveis aos agricultores, se comparada a outras commodities como soja e milho. O ciclo de palestras nos trouxe o desafio de manter nosso produtor atualizado também nessa cultura, em termos técnicos e comerciais. Existem oportunidades, que precisam ser exploradas de forma organizada”, avalia. 



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